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Adiene Brabo

QUANDO DEUS CONFIA MISSÃO AO HOMEM

Vox Dei nº 460 de16 de julho de 2017

Charlie é um bebê Britânico que nasceu com uma doença rara e está internado num hospital Europeu sendo mantido vivo através de recursos médicos artificiais. Segundo a Corte Européia de Direitos Humanos (CEDH) seu corpinho estaria sendo submetido a um sofrimento atroz e por isso decidiram que os aparelhos que o mantém vivo, seja desligado. Aparentemente a interveniência do Papa Francisco está surtindo efeito para que seus pais possam transferi-lo para os Estados Unidos onde teria chances de vida através de um tratamento experimental.

Em sua manifestação, o Papa Francisco disse: "defender a vida humana, principalmente quando ela está ferida por doenças, é um empenho do amor que Deus confia a cada homem".

No Brasil, o sistema público de saúde que em tese deveria atender a população desassistida, vem sendo sucateado há muito tempo. Há tanto sofrimento, angústia e desespero na busca por um atendimento médico digno e eficiente, tantas pessoas que se veem obrigadas a tirar de suas parcas economias um valor para custear um plano de saúde e assim tentar suprir essa falta de humanidade dos agentes públicos.

Essa assertiva não tem cunho político eleitoreiro, e sim uma reflexão sobre a consciência coletiva do valor da vida. A vida é para ser desfrutada com saúde. Então imagino as condições a que os pais do pequeno Charles devem estar passando para lutar para que seu filho possa ter chances de exercer o direito inalienável que é viver.

Pessoas que se acham na condição de determinar sobre quem vive e quem morre, aliviar dores ou curar doenças, estão com uma munição pesada nas mãos.

Quando alguém detona uma arma de fogo ou desfere golpes mortais, seja qual for a motivação, ele é um marginal, bandido, facínora, como o que ceifou a vida de Arthur, um ser humano que vinha sendo gestado há três meses no ventre de sua mãe e teve sua perspectiva de vida futura interrompida depois de um assalto à sua família nas ruas do Rio de Janeiro.

E quem rouba a dignidade humana e o direito à vida porque na qualidade de agente público deveria zelar por ela e não o faz, seja por ação ou omissão, como chamamos esse ser? Ele usou um controle remoto, desses que são ativados de longe para detonar um projétil e atingir alguém aleatoriamente.

Roubos de milhões de dinheiro público pelo país todo, não atingem uma única pessoa que jaz inerte frente ao poder da violência concretizada pelo marginal “comum”, ele faz vítimas aos milhares, ele provoca o vilipêndio na população, porque demonstra seu desprezo, humilhando e menosprezando a necessidade, a dor e a vida das pessoas.

 

Quando Jesus disse aos Fariseus que seu lugar era exatamente ali onde há a necessidade de plantar amor e fraternidade, Ele nos conclama a trabalhar para que Ele esteja realmente entre essas pessoas que desconhecem ou ignoram esses preceitos. Muitas vezes só queremos que  Deus nos favoreça e esquecemos que Jesus nos confiou uma dura missão e a frase do Papa Francisco deveria estar gravada na memória de todo ser humano.           

Adiene Cavalcante Brabo

NADA PRA FAZER

Vox Dei nº 459 de 9 de julho de 2017

Nada como ter um tempo pra descansar depois de um período de intensas atividades. Ás vezes em meio a tantas tarefas dá uma vontade de que cheguem logo as férias para poder mudar a rotina e relaxar.  Nesses tempos de recessão econômica, a criatividade impera na hora de buscar um pouco de diversão, algo que satisfaça a vontade de sair do ambiente usual e desestressar.

 

Por muito tempo as férias escolares dos filhos eram “aquela” época especial para uma maior e melhor convivência com os filhos estudantes, faziam-se planos preferencialmente para estar juntos com primos e familiares. Falo no passado porque na atualidade, as férias passaram a ser um tempo de separação ou um modo de “despachar” os filhos para viajar com terceiros ou deixá-los em casa com um arsenal de mídias eletrônicas.  

Parece muito forte usar tais assertivas, mas, infelizmente, com a desumanização das corporações e das atividades no mercado de trabalho em geral, aquela antiga fórmula para se agregar a família durante um tempo vai sendo mais difícil de sincronizar no tempo. Quando a economia cai em recessão, a força de trabalho entra em processo de mecanização no sentido de que as pessoas passam a ser vistas como a engrenagem de uma máquina cuja reposição está ávida para ser utilizada e com isso quem está trabalhando se submete a atender exclusivamente aos comandos de sua fonte pagadora dificultando o domínio de seu tempo para projetos próprios.

Assim, quem está sem fonte de renda, deseja ardentemente poder estar produzindo e ganhando seu sustento, e quem está trabalhando, mesmo que em atividade não muito agradável, sonha com um pouco de descanso. Ou seja, não ter nada pra fazer pode ter dois lados bem diferentes.

Já houve um tempo em que a mala era cheia com um traje de banho, roupinhas de verão confeccionadas nas costureiras, livros, gibis, jogos de mesa, bolas, raquetes, tesoura, tintas, revistas e outras fontes de atividades lúdicas. Quando nada disso era possível, a brincadeira corria solta no esconde-esconde, trinta e um, pula corda, queimada ou “cemitério”, adivinhações, “desconfio”, “bandeirinha”, ou nadar no rio quando conseguíamos ir para o interior. 

 

A criatividade pode fazer uma grande diferença no espírito de pais que não podem proporcionar viagens em férias. É necessário colocar seu empenho próprio para “curtir” atividades em conjunto com os filhos de qualquer idade, deixar o ambiente mais leve e não ficar se lamuriando por ser “obrigado” a umas férias diferentes!    

Adiene Martins Cavalcante Brabo

NADA PRA FAZER

Vox Dei nº 458 de 2 de julho de 2017

Nada como ter um tempo pra descansar depois de um período de intensas atividades. Ás vezes em meio a tantas tarefas dá uma vontade de que cheguem logo as férias para poder mudar a rotina e relaxar.  Nesses tempos de recessão econômica, a criatividade impera na hora de buscar um pouco de diversão, algo que satisfaça a vontade de sair do ambiente usual e desestressar.

Por muito tempo as férias escolares dos filhos eram “aquela” época especial para uma maior e melhor convivência com os filhos estudantes, faziam-se planos preferencialmente para estar juntos com primos e familiares. Falo no passado porque na atualidade, as férias passaram a ser um tempo de separação ou um modo de “despachar” os filhos para viajar com terceiros ou deixá-los em casa com um arsenal de mídias eletrônicas.  

Parece muito forte usar tais assertivas, mas, infelizmente, com a desumanização das corporações e das atividades no mercado de trabalho em geral, aquela antiga fórmula para se agregar a família durante um tempo vai sendo mais difícil de sincronizar no tempo. Quando a economia cai em recessão, a força de trabalho entra em processo de mecanização no sentido de que as pessoas passam a ser vistas como a engrenagem de uma máquina cuja reposição está ávida para ser utilizada e com isso quem está trabalhando se submete a atender exclusivamente aos comandos de sua fonte pagadora dificultando o domínio de seu tempo para projetos próprios.

Assim, quem está sem fonte de renda, deseja ardentemente poder estar produzindo e ganhando seu sustento, e quem está trabalhando, mesmo que em atividade não muito agradável, sonha com um pouco de descanso. Ou seja, não ter nada pra fazer pode ter dois lados bem diferentes.

Já houve um tempo em que a mala era cheia com um traje de banho, roupinhas de verão confeccionadas nas costureiras, livros, gibis, jogos de mesa, bolas, raquetes, tesoura, tintas, revistas e outras fontes de atividades lúdicas. Quando nada disso era possível, a brincadeira corria solta no esconde-esconde, trinta e um, pula corda, queimada ou “cemitério”, adivinhações, “desconfio”, “bandeirinha”, ou nadar no rio quando conseguíamos ir para o interior. 

 

A criatividade pode fazer uma grande diferença no espírito de pais que não podem proporcionar viagens em férias. É necessário colocar seu empenho próprio para “curtir” atividades em conjunto com os filhos de qualquer idade, deixar o ambiente mais leve e não ficar se lamuriando por ser “obrigado” a umas férias diferentes! 

Adiene Martins Cavalcante Brabo  

A Alma Ferida de Morte

Vox Dei nº 457 de 25 de junho de 2017

Vivemos um tempo onde alguns valores parecem estar em desuso, especialmente o valor da própria vida humana. Dignidade, honestidade, probidade, honra, afiguram-se exceção à regra.

O Evangelho deste domingo nos conclama a lutar contra aqueles que procuram ferir de morte a alma. Buscamos sempre nos resguardar contra a violência física que pode nos levar à morte do corpo. Mas, o que fazemos para salvar nossa alma da morte eterna?

Às vezes, nem percebemos como os nossos sentidos se corrompem pela banalização dos acontecimentos. Fatos corriqueiros, cheios de significados subliminares, são assimilados gradativamente, a ponto de não nos importarmos mais. É assim que se mata a alma. Quando chamamos alguém de ‘desalmado’, significa classificá-lo como alguém que não tem alma; esta já foi entregue à morte pela maldade, pelo desamor, pela violência e outros comportamentos transgressores.

Por exemplo, ficamos devastados com as imagens de um filho agredindo sua mãe idosa, ‘viralizadas’ na Internet há poucas semanas. A violência física e psicológica resultou na prisão do indivíduo. Seu corpo foi preso, mas, e sua alma como estará, sabendo ter cometido um pecado mortal?

Observamos no noticiário a escalada da violência gratuita contra pessoas totalmente indefesas, como na agressão sofrida por um torcedor, no meio da rua, antes de uma partida de futebol. Até a livre expressão das preferências é maculada pela intolerância! Chegará um dia em que as partidas de futebol estarão fadadas ao que chamam de W.O (do inglês, “walkover”, que quer dizer: “vitória fácil”, especialmente quando não existem adversários).

Os atos de corrupção, praticados por políticos e empresários, são noticiados de modo tão amiúde que não parecem mais nos escandalizar. Todavia, são motivos importantes para ponderarmos sobre aquilo que deixamos acontecer conosco só porque “todo mundo faz”. Essas pessoas se deixam sucumbir pelo que há de mais insidioso, aviltante e escandaloso: a traição.

Há quem vire ativista ferrenho da causa das minorias, seja por raça, credo, gênero ou condição social, enfim, mas, infelizmente, aquela luta se perde na “intolerância contra os intolerantes”. Isso é triste e deveras preocupante!

 

Vamos sedimentar a fé, consolidar os preceitos ensinados por Jesus, disseminar a alegria de viver em Cristo, reconhecer quando somos envolvidos pela morte da alma para que cuidemos não perdê-la, afinal, uma vida eterna nos espera. Precisamos decidir se queremos a luz ou a escuridão eterna. 

Adiene Cavalcante Brabo

A Ressaca Boa

Vox Dei nº 456 de 18 de junho de 2017

 

Depois da grande festa em honra da Santíssima Trindade desfrutamos agora de uma ressaca boa, aquela que nos deixa com gosto de “quero mais”. Viver na alegria, na confraternização, na irmandade, é possível, decerto. Foram muitos momentos de intensa vivência no Espírito Santo de Deus, em celebrações belíssimas, nas adorações ao Santíssimo, culminando com uma procissão luminosa em honra da Santíssima Trindade, alicerçada na luz do amor de Deus por seus filhos.

É isso o que se busca: Luz. Para iluminar os caminhos, para clarear as ideias, para alegrar o coração e alimentar a alma. Essa luz, que vem da Trindade, é a supremacia da fé na superioridade e na autoridade de Deus.

Foi apresentada uma imagem antiga de Nossa Senhora da Trindade à comunidade da Paróquia; ela está nos cartazes da Festividade. O tema “Trindade e a Virgem Maria, Sede de Sabedoria”, oportunizou um aprofundamento na devoção e evoca um maior fervor à mãe de Jesus, na medida em que refletimos sobre sua importância para a composição da Trindade Santa.

A busca pela confraternização, a alegria genuína -- aquela que vem naturalmente sem o uso de substâncias exteriores -- é uma referência para a comunidade. Poder desfrutar de momentos de descontração num ambiente festivo, em segurança, é possível, sim, e isso é plenamente demonstrado nos eventos que envolvem toda a festividade.

Nada além da generosidade, serviço e partilha de todos impele e motiva a condução desses oito dias em que dura a Festividade da Paróquia. Isso é muito importante. Cada gesto de amor é realizado em nome da Trindade Santa, e isso é fé que possibilita a evangelização de muitos.

O esmero para oferecer o melhor não é por orgulho bobo, é para disponibilizar o que se tem de bom.  Até na doação de roupas e acessórios reutilizáveis há desprendimento e espírito de colaboração. Os preços simbólicos das peças ofertadas são para facilitar o acesso de muitos àquilo que não poderiam adquirir de primeira mão.  

Tudo é pensado para agregar e unir pessoas numa irmandade familiar: conhecer os membros da comunidade, trazê-los para perto da Igreja, resgatar almas, reacender a fé, converter corações e sentimentos, aliviar dores e elevar o espírito até Deus, sedimentar a crença e a esperança na sua misericórdia infinita... Por tudo isso, já valerá muito a pena todo o esforço e trabalho para a realização dessa grande Festa.       

 

Gratidão a todos que tornaram possível esse congraçamento.

Adiene Cavalcante Brabo

 

A COMUNIDADE COLABORA

 

Vox Dei nº 455 de 11 de junho de 2017

 

A Trindade Santa é um único Deus e somos um único povo de Deus quando nos irmanamos na unidade da fé. É um mistério insondável que se materializa em Jesus e dá a perfeita dimensão de sua divindade e da nossa humanidade. Mas nem tudo é mais mistério! Há a concretização de um amor que transcedeu todo pecado e se disseminou entre os homens de boa vontade.

É com imensa alegria e fundados nesse amor e nessa fé que festejamos a Trindade Santa com louvores em belíssimas celebrações durante a FESTIVIDADE DA PARÓQUIA DA SANTÍSSIMA TRINDADE EM BELÉM.

A expectativa para o início da Festividade da Paróquia está em cada cantinho do complexo que envolve a praça, a Igreja, os Prédios Dom Zico e Monsenhor Geraldo. São inúmeras providências que envolvem burocracias junto aos órgãos públicos e para a segurança de todos.

A Diretoria primeiramente se une em oração para que todos possam desfrutar de momentos de fé e de alegria em família e assim foi criado um grupo de oração e intercessão. São momentos para um encontro mais íntimo com Jesus, uma conversa mais pessoal e reservada. Serão todas as noites no prédio Monsenhor Geraldo. Todos são convidados.

No palco as atrações que estarão fazendo fundo musical para a degustação de inúmeras gostosuras no arraial. Toda essa comida é fruto de doação da comunidade. Por isso, caso possa ajudar, não espere ser contactado: ofereça ajuda, ela será muito bem vinda.

Neste ano, a barraca do Brechó tem uma novidade: um desfile com roupas em excelente estado, estarão sendo mostradas e vendidas por precinhos de bazar. Imperdível!

No salão climatizado Dom Zico a cada noite, uma festa temática. É apenas um pequeno mimo para a comunidade formada por tantos povos, fazendo essa miscigenação linda que forma a população brasileira.

No jantar das Noites Temáticas são servidos pratos Japoneses, Portugueses, Italianos, Mediterrâneos, Paraenses, Brasileiros e tem até uma noite romântica com pratos assinados por Cheffs renomados da culinária local. Nesse particular, verifica-se que a generosidade tão característica do paraense é cunhada também na Festividade. Entidades e Empresas patrocinadoras mesmo em meio às dificuldades pelo momento econômico, se esforçam para contribuir com alegria e desprendimento. No entanto, aquela generosa contribuição da própria comunidade que chega mais perto colaborando com doações não é menor do que qualquer outra.

Quem adquire as cartelas para as Noites Temáticas, quem consome no arraial, quem oferece um óbolo no ofertório ou passa a ser Dizimista da Paróquia, estará contribuindo para um mesmo propósito: a manutenção da Igreja e dos prédios, as obras sociais das pastorais, grupos e serviços e o mais gratificante, o trabalho pastoral da propagação do Evangelho de Jesus.  

 

Que Deus recompense fartamente a colaboração de cada um. Amém!

Adiene Cavalcante Brabo

A COMUNIDADE COLABORA

Vox Dei nº 454 de 4 de junho de 2017

 

A Trindade Santa é um único Deus e somos um único povo de Deus quando nos irmanamos na unidade da fé. É um mistério insondável que se materializa em Jesus e dá a perfeita dimensão de sua divindade e da nossa humanidade. Mas nem tudo é mais mistério! Há a concretização de um amor que transcedeu todo pecado e se disseminou entre os homens de boa vontade.

É com imensa alegria e fundados nesse amor e nessa fé que festejamos a Trindade Santa com louvores em belíssimas celebrações durante a FESTIVIDADE DA PARÓQUIA DA SANTÍSSIMA TRINDADE EM BELÉM.

A expectativa para o início da Festividade da Paróquia está em cada cantinho do complexo que envolve a praça, a Igreja, os Prédios Dom Zico e Monsenhor Geraldo. São inúmeras providências que envolvem burocracias junto aos órgãos públicos e para a segurança de todos.

A Diretoria primeiramente se une em oração para que todos possam desfrutar de momentos de fé e de alegria em família e assim foi criado um grupo de oração e intercessão. São momentos para um encontro mais íntimo com Jesus, uma conversa mais pessoal e reservada. Serão todas as noites no prédio Monsenhor Geraldo. Todos são convidados.

No palco as atrações que estarão fazendo fundo musical para a degustação de inúmeras gostosuras no arraial. Toda essa comida é fruto de doação da comunidade. Por isso, caso possa ajudar, não espere ser contactado: ofereça ajuda, ela será muito bem vinda.

Neste ano, a barraca do Brechó tem uma novidade: um desfile com roupas em excelente estado, estarão sendo mostradas e vendidas por precinhos de bazar. Imperdível!

No salão climatizado Dom Zico a cada noite, uma festa temática. É apenas um pequeno mimo para a comunidade formada por tantos povos, fazendo essa miscigenação linda que forma a população brasileira.

No jantar das Noites Temáticas são servidos pratos Japoneses, Portugueses, Italianos, Mediterrâneos, Paraenses, Brasileiros e tem até uma noite romântica com pratos assinados por Cheffs renomados da culinária local. Nesse particular, verifica-se que a generosidade tão característica do paraense é cunhada também na Festividade. Entidades e Empresas patrocinadoras mesmo em meio às dificuldades pelo momento econômico, se esforçam para contribuir com alegria e desprendimento. No entanto, aquela generosa contribuição da própria comunidade que chega mais perto colaborando com doações não é menor do que qualquer outra.

Quem adquire as cartelas para as Noites Temáticas, quem consome no arraial, quem oferece um óbolo no ofertório ou passa a ser Dizimista da Paróquia, estará contribuindo para um mesmo propósito: a manutenção da Igreja e dos prédios, as obras sociais das pastorais, grupos e serviços e o mais gratificante, o trabalho pastoral da propagação do Evangelho de Jesus.  

 

Que Deus recompense fartamente a colaboração de cada um. Amém!

Adiene Cavalcante Brabo

A COMUNIDADE COLABORA

Vox Dei nº 453 de 28 de maio de 2017

A Trindade Santa é um único Deus e somos um único povo de Deus quando nos irmanamos na unidade da fé. É um mistério insondável que se materializa em Jesus e dá a perfeita dimensão de sua divindade e da nossa humanidade. Mas nem tudo é mais mistério! Há a concretização de um amor que transcedeu todo pecado e se disseminou entre os homens de boa vontade.

É com imensa alegria e fundados nesse amor e nessa fé que festejamos a Trindade Santa com louvores em belíssimas celebrações durante a FESTIVIDADE DA PARÓQUIA DA SANTÍSSIMA TRINDADE EM BELÉM.

A expectativa para o início da Festividade da Paróquia está em cada cantinho do complexo que envolve a praça, a Igreja, os Prédios Dom Zico e Monsenhor Geraldo. São inúmeras providências que envolvem burocracias junto aos órgãos públicos e para a segurança de todos.

A Diretoria primeiramente se une em oração para que todos possam desfrutar de momentos de fé e de alegria em família e assim foi criado um grupo de oração e intercessão. São momentos para um encontro mais íntimo com Jesus, uma conversa mais pessoal e reservada. Serão todas as noites no prédio Monsenhor Geraldo. Todos são convidados.

No palco as atrações que estarão fazendo fundo musical para a degustação de inúmeras gostosuras no arraial. Toda essa comida é fruto de doação da comunidade. Por isso, caso possa ajudar, não espere ser contactado: ofereça ajuda, ela será muito bem vinda.

Neste ano, a barraca do Brechó tem uma novidade: um desfile com roupas em excelente estado, estarão sendo mostradas e vendidas por precinhos de bazar. Imperdível!

No salão climatizado Dom Zico a cada noite, uma festa temática. É apenas um pequeno mimo para a comunidade formada por tantos povos, fazendo essa miscigenação linda que forma a população brasileira.

No jantar das Noites Temáticas são servidos pratos Japoneses, Portugueses, Italianos, Mediterrâneos, Paraenses, Brasileiros e tem até uma noite romântica com pratos assinados por Cheffs renomados da culinária local. Nesse particular, verifica-se que a generosidade tão característica do paraense é cunhada também na Festividade. Entidades e Empresas patrocinadoras mesmo em meio às dificuldades pelo momento econômico, se esforçam para contribuir com alegria e desprendimento. No entanto, aquela generosa contribuição da própria comunidade que chega mais perto colaborando com doações não é menor do que qualquer outra.

Quem adquire as cartelas para as Noites Temáticas, quem consome no arraial, quem oferece um óbolo no ofertório ou passa a ser Dizimista da Paróquia, estará contribuindo para um mesmo propósito: a manutenção da Igreja e dos prédios, as obras sociais das pastorais, grupos e serviços e o mais gratificante, o trabalho pastoral da propagação do Evangelho de Jesus.  

 

Que Deus recompense fartamente a colaboração de cada um. Amém!

È PREPARADA A FESTA

Vox Dei nº 452 de 21 de maio de 2017

Os preparativos para uma festa começam com a iniciativa em festejar, é um desejo que precisa brotar primeiro no coração para que as providências comecem.

Atualmente, se terceiriza tudo: desde o local, serviços, até os mínimos detalhes  para que o evento seja perfeito. Cerimonialistas se esmeram em apresentar as novidades para personalizar os detalhes e criar um diferencial marcante.

As festas que preparadas para acontecerem em casa mesmo, têm tantas providências que em muitos casos deixam os anfitriões tão cansados que mal conseguem aproveitar o momento. A facilidade em se programar e parcelar o pagamento de eventos através de empresas pode ser considerado para que isso não ocorra.

Nossa Paróquia estará em festa de 04 a 11 de junho e aqui, somos nós mesmos, os paroquianos que fazemos tudo acontecer. Nós somos os anfitriões e o nosso grande diferencial é a partilha. Nosso coração já está em festa!  Há a partilha da fé, do serviço e há a partilha dos itens necessários para o arraial. Uma diretoria é criada e uma grande equipe se forma para providenciar todos os detalhes. A comunidade toda é convidada a participar. A colaboração de cada um é um detalhe importantíssimo para o sucesso do evento.

Como diz nosso Pároco Cônego Gonçalo: - a nossa é a única Paróquia com três padroeiros: O Pai, o Filho e o Espírito Santo! Vamos honrar fazendo aquilo para o qual somos preparados constantemente: a divulgação do Evangelho de Jesus através da alegria da fé, de crer e difundir um modo de vida que não só enobrece o homem como agrada a Deus Nosso Senhor.

A festa que acontece é para as famílias, para que haja confraternização entre todos: paroquianos e convidados e devemos receber a todos muito bem! Há uma programação litúrgica muito linda todas as noites, e na saída, há um grande arraial com atrações artísticas e um festival gastronômico. Para isso é preciso contar com a generosidade daqueles que podem contribuir com o mínimo que seja. Há relatos da doação de uma paroquiana que timidamente doou um pouco de goma de tapioca que reservou, ela é Tacacazeira! Isso é muito lindo! Lembra-nos o óbolo da Viúva! Esse é o diferencial!

 

As mídias sociais da Paróquia: Facebook, Twíter, Instagran, estarão fornecendo todas as notícias relacionadas ao evento. Acesse e mantenha-se informado.

NASCER COMO MÃE

Vox Dei nº 451 de 14 de maio de 2017

Apesar de tanta tecnologia e estudos científicos, ainda não se encontrou uma forma artificial de se gestar uma vida humana.  Mesmo com o congelamento de embriões, as fertilizações in vitro, bebês de proveta, ainda assim, o ser humano precisa da mais complexa máquina natural para se desenvolver e vir à luz, nascer: o ventre materno.   

Nenhum  método contraceptivo existente, foi capaz de deter a genealogia humana através dos séculos. Para Deus que é o Senhor da vida, o criador de tudo, bastou um sopro sobre o barro moldado para dar a origem de toda a trajetória humana. Ele respeitou tanto a sua criação, que trouxe ao mundo seu filho Jesus para vivenciar cada passo de sua forma humana.  

Na atualidade, com o crescente movimento denominado “empoderamento da mulher” a maternidade passou a ser considerada uma opção de vida. Gerar e criar um outro ser humano passou a ser condicionado às possibilidades de inclusive, poder criar sozinha um filho.

Na contramão desses fatos, infelizmente observa-se um crescente número de seres humanos não são programados para nascer na segurança de uma família que cuidará e sustentará até que possa ser independente.  Meninas cada vez mais novas dão à luz de forma inconsequente, provocando o desencadeamento da genealogia do abandono e da miséria.

Em outra vertente, os filhos de ninguém se proliferam nas instituições, abandonados nas ruas, na insegurança de lares desfeitos, na falência moral e no descaso absurdo praticado pelos próprios autores daquelas vidas.

Tudo isso é motivacional para que se festeje cada vez mais aquela mulher que incondicionalmente se coloca na posição de mãe. Aquela mulher que gesta um filho mesmo que fora de seu próprio útero. Mulheres que na impossibilidade de engravidar, passam a fazer toda sorte de tratamentos para conceber ou se submetem à escolha aleatória ou não de adotar um filho e devotar-se a ele com todos os encargos afetivos e de criação.

A apresentadora Sandra Annemberg diz num vídeo que circula na internet, que ela achava que não tinha nascido com a vocação para ser mãe. Focou na carreira, mas, sentiu o chamado do relógio biológico e deu à luz. Fala que naquele dia também nasceu: como mãe! E foi aprendendo, se reeducou para educar. Errou querendo acertar, se culpa tanto e desculpa muito mais, ouve perguntas, mas, se questiona o tempo todo, tem expectativas e se frustra, tem paciência sem perder a ternura. Termina dizendo que a mãe deve ter orgulho de si mesma porque ser mãe é ser única. E única, é aquela que assume a maternidade de forma incondicional! 

 

A PASCOM DESEJA A TODOS UM FELIZ DIA DAS MÃES!

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