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Publicação de 2016-07

Sou Pedro, Sou Pedra

Durante muito tempo achei que ter fé em Deus bastaria. Minha ideia funcionava assim: eu creio, tento levar uma vida correta, acredito ser uma boa pessoa... e seguia achando que, se eu errasse, poderia me confessar e seguir na minha crença de que isso seria suficiente para ser uma boa Cristã a fim de assegurar minha própria salvação, com a retidão de minha conduta.

Penso ser correto afirmar que essa premissa está enraizada em muitas pessoas que, como eu, julgam fazer a sua parte para conquistar a vida eterna. Meus reiterados tropeços, alguns até pequeninos, não devem fazer mal à minha alma, eu pensava! Os grandes, aqueles dos quais o arrependimento e o remorso corroem, esses exigiriam uma autoflagelação ou a imposição de uma penitência dolorida para remissão da minha culpa, eu assim imaginava!

Hoje vislumbro que não sou mais aquela pessoa de fé egoísta, aquela que a conservava somente para minha própria utilização. Eu consegui ver, através do exemplo de Pedro, fiel discípulo de Jesus, que para assegurar uma vida futura é preciso estar em comunhão com Deus, com o irmão, com todos enfim.

A passividade, que acreditava ser suficiente, a extrema falta de beligerância e combatividade, findaram por me fazer parecer como alguém fraco, sem espírito de luta. Por isso, muitas vezes, embora achando que eu merecia o “Nobel da Paz” pelas minhas tentativas de diálogo e diplomacia, tive problemas porque nem sempre estas foram bem entendidas e daí algo de autoritário em mim prevalecia tornando o embate tenso.

Nunca achei que brigar e gritar poderia alterar o estado de coisas para um resultado favorável. Daí finquei a opinião de que, sobre essa pedra edificaria e pautaria minhas relações interpessoais. Não mudei de opinião. Continuo a achar que o “barraco” é uma válvula de escape para o estresse, para aquele momento em que o nível de tolerância e indignação já alcançaram o seu limite.

Ora, se eu creio num Jesus cheio de compaixão e misericórdia, que só prega o amor e a boa vontade entre as pessoas, por que seria eu um veículo de discórdia e desunião? A gente dá o que tem. O pensar, o sentir e o agir não se apropriam involuntariamente, eles consomem o seu querer.

Às vezes é preciso derrubar para fazer uma reforma. É preciso ir lá no âmago para buscar um sentido positivo para viver em harmonia com Deus e, consequentemente, com o mundo!

“Sobre esta pedra construirei a minha Igreja” (Mt 16, 18)

Vox Dei nº 406 de 03 de julho de 2016

Na narrativa de Mateus encontramos duas de suas características dominantes. Ele acentua a dimensão messiânica de Jesus e já apresenta sinais da instituição eclesial nascente. Escreve no ano 80, quando os discípulos de Jesus, oriundos do judaísmo, estavam sendo expulsos das sinagogas que até então frequentavam. Ele pretende convencer estes discípulos de que em Jesus se realizam suas esperanças messiânicas moldadas sob a antiga tradição de Israel.

Por isso vemos na narrativa que, enquanto caminhava na Sua missão evangelizadora, Jesus quis que os Seus discípulos soubessem quem era Ele, com o propósito de fazê-los participantes do mistério da Salvação. Na verdade, Jesus não estava preocupado com o que os outros pensavam a Seu respeito, por isso, com a pergunta, “E vós quem dizeis que eu sou?” Ele provocou os Seus discípulos a fim de que eles próprios se situassem e tivessem conhecimento espiritual da Sua verdadeira identidade.

Para nós também é muito importante tanto ter conhecimento acerca de nós mesmos, como também de quem somos para aqueles (as) com quem nos relacionamos e interagimos. Cada um de nós tem uma missão muito especial aos olhos de Deus. Somos Seus instrumentos na concretização do Seu plano de salvação. E, por isso, a nossa maneira de ser e de agir, as aptidões naturais vão dando o tom para que as pessoas nos ajudem a descobrir a nossa vocação. Quanto mais tivermos consciência de quem somos aos olhos do nosso próximo, mais facilmente podemos descobrir o nosso carisma e, consequentemente a missão que nos foi destinada por Deus. No entanto, para que possamos entender a nossa identidade e a das pessoas que nos cercam, precisamos entrar em comunhão com o Espírito Santo, que nos convence da verdade e ilumina nossa inteligência.

Inspirado pelo Espírito Santo, Simão foi aquele que apontou a verdadeira identidade de Jesus. Por isso, o próprio Jesus o elogiou! Ele soube escutar a revelação do Pai e proclamar que “Jesus é o Messias, o Filho do Deus vivo”. Foi aí, então, que Jesus o conscientizou da sua missão aqui na terra, dando-lhe poder e autoridade para ser o chefe da Sua Igreja. “Tu és Pedro”, disse Jesus, mostrando que o seu nome identificava a sua missão de pedestal da Igreja nascente. Quando entregou a Pedro as chaves do reino dos céus, Jesus mostrou que o reino dos céus começa aqui na terra, na Igreja que Ele fundou e que tem autoridade para ligar ou desligar. Somos felizes na medida em que, como Pedro, também reconhecemos que “Jesus é o Cristo o Filho do Deus vivo”, por isso está no meio de nós. Você também diante de Deus tem um nome que designa uma missão muito especial que assinala uma virtude, uma qualidade ou uma maneira de ser.

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